DANIEL CRAIG
A Tia esta semana está com um atraso de quase três dias... Não há-de ser nada! E se for, olhem, que seja um híbrido que sempre é mais ecológico.
A Tia Hedonê escolheu para esta semana um homem controverso. Muita tinta correu nos jornais e nas revistas sobre a escolha do novo Bond. E desculpem-me por, depois de aturada pesquisa fotográfica, não ter resistido ao cliché Bondiano, quando este gentleman, de terras de Sua Majestade, já tinha mostrado ao mundo o seu imenso talento e invejável capacidade de se metamorfosear. Mas a Tia não resiste a um homem de arma em riste...
É verdade inegável, quase uma Palissada, que foi a saga Bond que o lançou para o estrelato absoluto. Para mim, o melhor Bond de sempre (e o que ele trabalhou para o merecer!) - Sean, filho, tu não contas. Depois vamos os dois jogar uma partidinha de golf e falamos sobre o assunto. Sabes perfeitamente que és Intocável!
Finalmente um Bond de carne e osso e não um cartoon. O olhar duro como o aço, a queixada masculina, o sorriso irónico ao canto da boca... e, depois, num passe de magia ao qual se chama talento: ternura, a dor escondida, o coração partido pela sua Vesper... Brilhante, numa só palavra.
Não quero reduzi-lo a James Bond. É muito pouco para tão monstro talento. Ficam alguns nomes para os meus queridos e as minhas queridas pesquisarem: Sylvia, Layer Cake, Munique e Love is the Devil: Study for a portrait of Francis Bacon, com o grande Derek Jacobi e a magnifíca Tilda Swinton. São alguns exemplos de interpretações magistrais de Daniel Craig, servidas shaken, stirred e com tudo o que temos direito.
É um actor de subtilezas como a Tia tanto aprecia. Já sabem, não é? O talento, aqui para a Tia, é o maior dos afrodisíacos, juntamente com a inteligência e o humor.
Mas uma pergunta existêncial ecoa na minha cabeça: qual será o calibre daquela pistola?! Mortinha por saber...
Deixo-vos, do que resta da semana, com a mão mais alta do poker. Royal'e' Flush. Sem cartas na manga. Sem bluff! Quero ver as fichas em cima da mesa.
Chuacs da Tia e... façam as vossas apostas: quantos pontos no suspirómetro?
A Tia Hedonê escolheu para esta semana um homem controverso. Muita tinta correu nos jornais e nas revistas sobre a escolha do novo Bond. E desculpem-me por, depois de aturada pesquisa fotográfica, não ter resistido ao cliché Bondiano, quando este gentleman, de terras de Sua Majestade, já tinha mostrado ao mundo o seu imenso talento e invejável capacidade de se metamorfosear. Mas a Tia não resiste a um homem de arma em riste...
É verdade inegável, quase uma Palissada, que foi a saga Bond que o lançou para o estrelato absoluto. Para mim, o melhor Bond de sempre (e o que ele trabalhou para o merecer!) - Sean, filho, tu não contas. Depois vamos os dois jogar uma partidinha de golf e falamos sobre o assunto. Sabes perfeitamente que és Intocável!
Finalmente um Bond de carne e osso e não um cartoon. O olhar duro como o aço, a queixada masculina, o sorriso irónico ao canto da boca... e, depois, num passe de magia ao qual se chama talento: ternura, a dor escondida, o coração partido pela sua Vesper... Brilhante, numa só palavra.
Não quero reduzi-lo a James Bond. É muito pouco para tão monstro talento. Ficam alguns nomes para os meus queridos e as minhas queridas pesquisarem: Sylvia, Layer Cake, Munique e Love is the Devil: Study for a portrait of Francis Bacon, com o grande Derek Jacobi e a magnifíca Tilda Swinton. São alguns exemplos de interpretações magistrais de Daniel Craig, servidas shaken, stirred e com tudo o que temos direito.
É um actor de subtilezas como a Tia tanto aprecia. Já sabem, não é? O talento, aqui para a Tia, é o maior dos afrodisíacos, juntamente com a inteligência e o humor.
Mas uma pergunta existêncial ecoa na minha cabeça: qual será o calibre daquela pistola?! Mortinha por saber...
Deixo-vos, do que resta da semana, com a mão mais alta do poker. Royal'e' Flush. Sem cartas na manga. Sem bluff! Quero ver as fichas em cima da mesa.
Chuacs da Tia e... façam as vossas apostas: quantos pontos no suspirómetro?






