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novembro 20, 2010

Para Homens Emocionalmente Ceguinhos - PERFUME DE MULHER

A Tia Hedonê hoje acordou assim, em modo de Tango. Ai, queridas, são tão poucos os homens que sabem dançar... e muito menos o Tango!

É que eles, nem mesmo vendo bem dos dois olhinhos, quanto mais ceguinhos como a personagem de Al Pacino, Frank, em Perfume de Mulher.

Fica a minha ideia de Príncipe Encantado para este Sábado solarengo, mas frio. Para que nos aqueça as noites da imaginação. Os dias, os momentos de nostalgia dos amores que nunca aconteceram. 

Quem não gostaria de ter um Frank? Esse invisual de mau feitío que vê mais longe que qualquer calhau com quatro olhos? Isto se usarem óculos, é claro! Porque os homens, na sua maioria, são míopes  e hipermetropes dos sentidos. 

Frank conduz Ferraris, dança o Tango com a graciosidade de um bailarino experiente no corpo feminino... adivinha-nos o perfume. O perfume de sermos mulheres. Basta-nos isto para pressentir como seria na cama. Sim, uma mulher sabe estas coisas. A forma como um homem conduz, ou a forma como dança diz-nos quase tudo o que quisermos saber sobre a sua performance no vale dos lençóis.

Meninos, vão aprender a dançar, que a Tia e as suas Sobrinhas ADORAM homens que saibam dançar... e... conduzir. E cuidadinho! Velocidade não é sinónimo de ritmo! ;) Entendidos?

E mais não digo, que hoje é Sábado e devem estar todos de ressaca e muito cansados por terem estado de copo na mão uma noite inteira a mexer os olhinhos nas discotecas da moda, a ver se o que vinha à rede era peixe... ou carne!

Achas que sabes Dançar?

Ora então, observa! E é se não queres passar o resto da vida agarrado à bengala!





A Tia dedica este post a todos os Michaels, que tal como o namorado de Donna, vagueiam por aí. A todos os ceguinhos emocionais, que não têm a mínima pista daquilo pelo qual é composto o Perfume de Mulher...

"Frank - So, Donna,ah... do you tango ?
 
Donna - No. I wanted to learn once, but --
 
Frank -But ?
 
Donna - But Michael didn't want to.
 
Frank - Michael, the one you're waiting for.
 
Donna - Michael thinks the tango's hysterical.
 
Frank - Well, I think Michael's hysterical.
Would you like to learn to tango, Donna ?
 
Donna - Right now ? 
 
Frank - I'm offering you my services... free of charge.
What do you say ?

Donna - I think I'd be a little afraid.
 
Frank -Of what ?
 
Donna -Afraid of making a mistake.
 
Frank- No mistakes in the tango, not like life.
It's simple. That's what makes the tango so great.
If you make a mistake, get all tangled up, just tango on"


Vossa, Hedonê




novembro 19, 2010

As Novas Cartas Portuguesas e As Três Marias

Quando o medo ultrapassa a realidade: 

a história de um livro proscrito

(clicar no link acima para ter acesso ao artígo completo)

"Foram apontadas a dedo, julgadas por pornografia, olhadas como extraterrestres. Tudo porque escreveram aquilo que "senhoras não deviam sequer pensar". Foram salvas pelo 25 de Abril. Fundaram o único movimento feminista português. E, no meio dos sustos, divertiram-se muitíssimo."

A Tia Hedonê, deixa-vos hoje com um artígo maravilhoso publicado pela Ípsilon. Palavras para quê? Leiam o artígo e percebam um pouco da história destas três mulheres que um dia decidiram quebrar tabús, fronteiras, barreiras e falar da sexualidade feminina muito abertamente e sem papas na língua. Num Portugal cristalizado foi um acto de coragem.


"Tantos anos depois, as NCP permanecem de uma actualidade imensa. "Nós tocámos em coisas tabu: a masturbação, a menstruação, o prazer da mulher que é diferente do que o homem acha que é o prazer da mulher. As mulheres escrevem sobre mulheres normais e nós fizemos isso. E isso causou escândalo", argumenta Teresa Horta. Ainda hoje, não é evidente: "Nas aulas, a Ana Luísa Amaral faz sempre um jogo. Dá um texto das 'Cartas' onde se descreve um corpo de homem, mas, antes do fim, pergunta o que é e os alunos dizem que é uma mulher. É um lugar comum que a descrição de um corpo é sempre uma mulher."

E quem fala assim, não é Gaga! ;)
Chuacs da Tia, e boas leituras!
Vossa Hedonê 

novembro 05, 2010

PALAVRA DE HOMEM - Seduzir uma Mulher por Pedro Chagas Freitas

 A Tia Hedonê hoje, pela primeira vez, deixa penetrar nos seus domínios Lilithianos... um homem. Mas não é um homem qualquer. Nem poderia ser. Se o fosse não estaria a penetrar no espaço da DEUSA.

É um homem que escreve com eles nos sítio. Um homem cujas palavras dão vontade de usar  na pele nua como alta costura. Ele tem erotismos. Ele tem formas sensuais moldadas por frases carnais. Tem uma escrita húmida. Molha a pena com estilo. Penetra no tinteiro da escrita com as ganas de um toureio a pé. Olé! Ele escreve para o feminino e sabe-o muito bem... Desenha palavras sensuais e voluptuosas. Poderia desenhar para a Victoria Secret. Black Velvet.

Assim, hoje rasgo um véu para vos desvendar: 

PALAVRA DE HOMEM

Tudo para as minhas queridas! E queridos com eles no sítio, já se sabe...


 AQUI: SEDUZIR UMA MULHER
por PEDRO CHAGAS FREITAS 
(clique no nome)


 
Seduzir uma mulher está pelas horas da morte. Fica caro para caramba. Se há sector de actividade em que a crise se faz sentir com toda a força, esse sector é o da sedução. E é por isso, sobretudo por isso, que este país não vai a lado nenhum. Um país sem sedução é um país que não seduz. E um país que não seduz é um país que não reluz. E um país que não reluz é uma bosta para todos os tus. E eu já estou farto destas rimas em uz. Bate aí com força na minha cabeça para me tirar desta merda: truz-truz.

Seduzir é uma missão extenuante. Exige tempo, exige método, exige paciência. E exige dinheiro. Pilim. Massa. Money Money. Mais ainda quando se quer seduzir uma mulher que, ao contrário de quase todas as outras, não quer ser seduzida. Uma mulher que, mais do que se fazer de difícil, é mesmo difícil. Uma chata de uma mulher que quando diz “não” quer dizer mesmo “não”. No fundo: uma mulher que é um homem – mas sem pénis. É do pénis, não é?

Uma mulher difícil é um jogo de xadrez contra o Kasparov. Sendo que és tu a máquina. E não há que duvidar: para seduzires uma mulher difícil tens de ser uma máquina: uma infalível, e demoníaca, máquina de conquista. Para seduzir uma mulher difícil, e tu sabes como eu sei que as mulheres que valem a pena são apenas as difíceis, tens de ser o super-homem – mas o super-homem que, para ser ainda mais super, apresenta deficiências, insuficiências. As mulheres difíceis gostam de homens insuficientes – homens imperfeitos. Mas tens de ser perfeito nessas tuas imperfeições: tens de ter as imperfeições certas, as insuficiências certas, na hora certa. Tens de ser perfeito na tua imperfeição: demonstrar fragilidade no que ela quer que tu sejas frágil, demonstrar força no que ela quer que tu sejas forte. Tens de ser um animal sem deixar de ser humano – uma máquina sem deixar de ser gente. O homem perfeito, para a mulher difícil, é o homem que consegue gostar dela o suficiente para não se deixar ser marioneta dela; mas também tem de ser o homem que consegue gostar dela o suficiente para não deixar de ser a marioneta dela. Pode parecer confuso, paradoxal – mas não é. É difícil.

Mas voltemos ao começo: seduzir está pelas horas da morte. E, como está pelas horas da morte, as mulheres difíceis estão em vias de extinção. Porque as mulheres difíceis, apesar de serem mesmo difíceis, são também mulheres inteligentes – e é por isso que são difíceis (o que é, desde logo, inteligente da sua parte). E as mulheres inteligentes percebem que, quando o tempo é de crise, é tempo de tomar medidas de excepção. E as mulheres difíceis, ao perceberem que a sedução está cada vez mais cara (e cada vez mais inacessível), resolveram baixar um patamar – e passaram a ser mulheres relativamente difíceis. Ou relativamente fáceis. O que é, convenhamos, uma tristeza do caraças. Uma tristeza difícil de digerir. Ou nada fácil de digerir. A crise está a matar as mulheres difíceis – porque está a matar a sedução. E seduzir uma mulher difícil oferecendo-lhe um pechisbeque e levando-a a jantar no Macdonald’s é estar a contribuir, por incapacidade económica, para o final de uma das espécies que o ser humano, mais do que os tigres ou os leões ou os mais raros felinos do mundo, deveria fazer por preservar. A mulher difícil é, a par do futebol e dos filmes pornográficos, uma das criações mais inspiradas da natureza. A mulher difícil merece que o governo crie, imediatamente, um subsídio de sedução. Ou, no mínimo, ajudas de custo. Nas floristas de topo, nos restaurantes de elite – até nas peças de lingerie de luxo. Exactamente: um subsídio de sedução e/ou ajudas de custo para a preservação da mulher difícil: da mulher que vale a pena seduzir. É hora de agir, de gastar o dinheiro naquilo que verdadeiramente é importante. Sim, eu sei que é, em tempos de aperto como os que vivemos, difícil. E ainda bem.

novembro 04, 2010

Kilty in the First Degree ou a falta de cojones dos homens em geral...

Ah! Quem me dera estar sentada num qualquer jardim em Glasgow a vê-los desfilar de kilt a cada cinco minutos...
Vê-los a eles, homens escoceses, enfiados naquele bendito pedaço de tratan.
Tenho um fraco XL por homens de saias. Meaw! Abençoados sejam! Ficam tão escandalosamente viris...

É sabido que os escoceses são, e sempre foram, um povo guerreiro. Homens de Coração com Bravuras mil. E a pergunta que lhes é feita SEMPRE é se usam "alguma coisa" por debaixo do kilt. Não, não usam. Assim ditam as regras. E isso deve dar-lhes uma grande liberdade de movimentos, se é que me entendem. Ouvi dizer certa vez a um homem que, anatomicamente falando, o correcto era os homens usarem "saias" e as mulheres usarem calças. Concordo.

Talvez os homens escoceses tenham os tomates no sítio. Ou pelo menos mais arejados... Mais do que os que andam com eles arrumadinhos dentro de umas boxers ou de uma cueca mais clássica, e aínda aconchegados dentro de umas calças. Suponho que de tanta protecção devam ficar um bocadinho dormentes. E como a maior parte dos homens tem o cérebro abaixo do abdomen, aquilo deve impedi-los de tomar atitudes sensatas, coerentes, éticas e verdadeiras.

É uma canseira ouvir as mulheres à minha volta, de várias idades, feitios e proveniências, fazer a pergunta: O que é que se passa com os homens?

Passa-se que regra geral não cresceram. Temem compromissos. Mulheres fortes e decidas. Sofrem de cobardia crónica. Acabam relações por SMS, através das Redes Sociais, gostam de ter uma pássara na mão e agarrar todas as que andam por aí a voar como libelinhas aturdidas. Não conseguem estar sozinhos durante muito tempo.  Dizem que têm necessidades, que com as mulheres é diferente... O caralho, é que é diferente! Literalmente.

Chego à triste, mas óbvia conclusão que os os homens não percebem a ponta de um corno de mulheres. Do verdadeiro universo feminino. Apenas os mais sábios reconhecem que a Mulher é um Mistério. E como qualquer mistério, vive-se. Ponto. Não é como um relógio que se possa desmontar para perceber qual o mecanismo que o põe a funcionar.

E é tão fácil agradar a uma mulher. Mas agradar verdadeiramente. Bastaria que estivessem sintonizados com a sua essência feminina. Mas coitados! Eles ficaram no Período Cretino, embalsamados em âmbar. Quando conseguem dizer algo mais que Uga-Buga, mim Trazan - Tu Jane... "it's a small step for Man, but a giant leap to Mankind". E reparem que esta frase foi dita pelo homem que pôs os pés na Lua pela primeira vez na história da Humanidade. LUA! MULHER! FEMININO! ESSÊNCIA!

Quando John Gray escreveu o livro "As Mulheres são de Vénus e os Homens são de Marte", acho que foi simpático da parte dele, mas que nos estava a passar uma mensagem subliminar...

Senão reparem: Vénus - o V de Vagina e de Verdade. Marte - o M de Medo e de Mentira.

Eles querem-nos, desejam-nos, cortejam-nos, desfazem-se em agrados para nos conquistar. Mas nunca têm a frontalidade de dizer o que realmente querem. Querem sexo de uma noite? Querem satisfazer desejos e fantasias recalcados? Procuram um relacionamento? Uma amiga colorida?

Cavalheiros, se eu estiver a ir muito depressa, digam, que eu sei que os vossos neurónios sofrem de má circulação e têm dificuldade em fazer o retorno ao cérebro.

E depois as mãezinhas! que eles freudianamente acham que têm muito resolvidas, mas com as quais vivem plasmadas qual emplastro que nem o melhor tira nódoas consegue limpar!

Um homem arranja um caso fora do matrimónio. Depressa a sua veia política salta cá para fora. Promessas! Promessas! Promessas! Ou... Blá, blá, blá Wiskas Saquetas! Tanto faz. E as queridas que se identificam com a EVA, coitadinhas, acreditam. Queridas, ouçam a Tia Hedonê! Muito raramente um homem que mija fora do penico, e vos faz promessas, vai deixar a legítima. Os que o fazem estão já a ser estudados pela NASA, pela suspeita de serem ET's.

Nestas coisas as mulheres são muito mais assertivas - a menos que sejam histéricas encartadas. São mais decididas. E isso dá-lhes um Medo de Morte! A Eles.

São mais frontais. E quando não o são é porque aínda não descobriram a Lilith que há em cada uma de nós. É porque têm a crença de que não merecem mais. Ou isso, ou a auto estima nas unhas dos pés.

E depois ele há aqueles que apregoam éticas e morais bacocas e, como não os têm no sítio, não têm a frontalidade de dizer as coisas como elas são. Porque isso acciona mecanismos de Emoção. Ah! As Emoções! Esse Admirável Mundo Novo para os homens. Desresponsabilizam-se vestindo-se de Pôncio Pilatos e... lavam daí as mãozinhas. As novas tecnologias fazem o resto. Muito corajoso, não é? "Pode ser que se eu acabar com ela por mail ou por SMS ela nem perceba muito bem e a coisa passa..." ou: "talvez se eu der a entender no Facebook ou no Twitter que tenho outra pessoa ela entenda, e eu nem tenho  que perder tempo com isto. Ela que se foda e resolva lá como puder, que eu tenho que ir alí soltar Barrabás!"

Outra palavrinha importante: COMUNICAÇÃO. Também muito apreciada pelas mulheres e que os homens acham uma perda de tempo.

Muita falta de cojones há por aí, meus senhores! E se comerem secretos de porco ao almoço e ao jantar eles não vão substituir os vossos, ok?

Na verdade, a maior parte dos homens não sabem se hão-de cagar se hão-de dar corda ao relógio!

E atenção que os códigos também mudam. Tal como tudo muda. Queridos, se levarem uma dama a jantar, certifiquem-se se o nome dela consta da lista das sobremesas (porque se constar ela dá-vos o sinal). Não contem com o ovo no cú da galinha, pois ele pode não vir... Sintam! Conectem-se! Nunca caiam no narcisismo de pensar que uma gaja está no papo só porque aceitou jantar convosco. Nem tudo gira à volta do vosso pénis. Eu sei que é difícil, mas não é impossível.

E não se iludam! É SEMPRE a fêmea quem escolhe. Só as EVAS cheias de pudores não o fazem. E só os homens mais sábios reconhecem esta realidade. Mas são tão raros como as orquídeas no deserto.

Vá! E agora arejem o material. Comprem um kiltzinho e deixem respirar os vossos básicos. Se lhes falta o oxigénio, dá nas merdas do costume. Já não peço que comprem um "taylor made". São escandalosamente caros e não me parece que haja um tartan para o Clã MacCobarde.

E vocês, meninas, antenadas e poderosas, deixem-se lá de carpir por quem não vos merece e não soube aceitar o  Amor que vocês tinham para dar e como tinham para dar.

Por hoje é tudo. Tenho um "panpiper" à minha espera.... Ao menos vai dar-me música com a gaita afinada.

Vossa Hedonê



fevereiro 19, 2009

O Sim, o Não e o... Já!


Há alguns velhos mitos sobre algumas palavras ditas por mulheres.

Costumam dizer... is homens, claro está, que quando uma mulher diz que não, está na realidade a querer dizer que sim. Quando diz que sim, na realidade quer dizer: não. Mas nunca ninguém fala da urgência do Já.

Uma mulher tem cios. É uma realidade, um facto. Não é um mito. Não é a última descoberta da comunidade científica, nem o último artigo escaldante da Cosmopolitan. É tão velho como a Sé de Braga e tão antigo como a Vida na Terra. Eu acredito que isto, posto assim, sem embrulhos civilizados tenha um ar de selva africana e contornos de prime time do National Geographic Wild. Mas uma gaja tem cios. Mensais. Já nos esquecemos, porque a revolução de '60, trouxe-nos a liberdade de escolha, mas o aprisionamento dos sentidos.

Flash News: A pílula inibe o cio.

É sempre a fêmea que escolhe. E o macho que não souber disto, vive aínda na época Victoriana. Mas o que me choca é haver mulheres que não sabem que são fêmeas, quanto mais que são elas a escolher.
O homem é o disseminador. Tem que estar a postos para o chamamento. A mulher discrimina. Por isso é cuidadosa. Cabe-lhe a ela escolher a semente. E isso dá uma trabalheira quando estamos já tão divorciados da nossa essência.. Quando há muito fingimos que o único animal lá de casa é o felídeo ou o canídeo. Ou até mesmo a ave canora fechada na gaiola.
Talvez por charme ou vergonha social uma mulher diga que não, quando na verdade quer dizer que sim. Talvez por medo de estar sozinha ou achar que não merece melhor, diga que sim, quando na realidade quer dizer que não. Mas poucas são as mulheres que dizem Já quando o instinto básico fala mais alto que a razão - que dizem, é o que nos distingue dos animais.
O cio é uma necessidade física. As hormonas alinhadas e aos gritos, como uma onda colectiva num grande estádio de futebol. Um furacão não pede licença para arrasar uma cidade, pois não?
Se uma mulher com o cio, ou de forma mais polida e médica, no seu período fértil ou de ovulação, tem um objecto de desejo... então, saiam da frente!
Mas há mulheres que não sabem isto, porque não se conhecem e não conhecem o seu corpo. E como são as mulheres que educam os homens, porque carga de água hão-de eles de ter sequer uma pista sobre estas forças da natureza que dão origem à sua própria criação?

E eu só posso estar destituída do meu juízo, aqui à tua espera há três horas, quando o cio já me passou...
Quarto minguante reflectido no mar, caminhando para a introspecção de uma Lua Nova de propostas.

Divago ao sabor da cerveja.

Divagar se vai ao longe, dizem.

Divangando vou longe e não me apetece voltar.

Ao largo um barquinho onde me apetecia adormecer, embalada e quente... longe das quadraturas plutónicas...

fevereiro 21, 2008

Miau...


...."Cats and Women do as they please... Men and Dogs should get used to the idea"...

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