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abril 21, 2012

O Boudoir Renova-se e... Reinventa-se


Tem sido uma azáfama, mas a remodelação do Boudoir fez-se presente e a Tia Hedonê pôs mãos à obra. 

Tudo pelas dilectas sobrinhas e pelos dilectos sobrinhos. Os que se atrevem a entrar no Boudoir, claro.

Espero que gostem da nova decoração. Conhaque?

Chuacs

Vossa, Hedonê

janeiro 17, 2011

Boudoir Fechado Para Obras... Lilith Will Be Back. Soon.


Sobrinhas e Sobrinhos dilectos do coração desta vossa Tia Hedonê! Sem mais delongas, as minhas desculpas pela falta do Semanal Colírio que vos lava os olhinhos. Lilith chama por mim para um retiro da Deusa, chamado: Embrace the Moon.

Vou alimentar os meus poderes de Feiticeira. De Sacerdotisa. De Mulher. Beber da fonte. Reenergizar-me. E quando voltar, prometo recompensar a vossa espera: com Colírios e com tudo o mais o que tiver para partilhar convosco.

Até lá: Despenteiem-se. Sejam vocês mesmas. Amem-se. Mimem-se. Respeitem-se. Cuidem-se. Chorem e Riam com a mesma Intensidade, a mesma Verdade e o mesmo Amor.


Vossa

Hedonê

março 11, 2008

Em Busca da Anima Perdida

Tenho que admiti-lo. Com toda a frontalidade. Há um Casanova dentro de mim. Tenho um Animus muito activo... E o que faz uma mulher com um Animus exaltado? Ou sofrerei apenas do mito da Mulher Selvagem, de que nos fala Clarissa Pinkóla-Éstès no seu fabuloso livro As Mulheres que Correm com os Lobos? Sou uma mulher com muita energia yang, como se designa no Oriente. Chame-se o que se lhe chamar, não deixa de haver dentro de mim, um Casanova atrevido e inquieto. Homossexual, se me permitem. O Casanova que me habita gosta do cheiro a after-shave, do cheiro da testosterona em acção, de uma barba ligeiramente por fazer, de braços fortes e de mãos firmes, das pernas do Figo, de narizes aquilinos e cheios de personalidade, da virilidade espartana, dos heróis gregos, do Brad Pitt no Tróia, do Mel Gibson no Braveheart, de homens de kilt, do Heath Ledger (esse malandro que nos abandonou antes de tempo e nos deixou viúvas precoces do seu talento) a fazer de Casanova, a respiração quente ao ouvido, do Reinaldo Gianechinni ( que não sei se é assim que se escreve, mas... who cares?! Ao olhar para aquele sorriso sinto-me sempre analfabeta), da virilidade do Banderas, e do seu sotaque espanhol, do Fascínio de Rogério Samora - sim, o que é Nacional é muito bom! Esse Casanova que salta de telhado em telhado discute amiúde com a a minha Anima perdida. Terei um caso de violência doméstica interno? A mulher que há em mim é ainda muito conservadora. Vive de crenças tão antigas como o Estado Novo, mas tão presentes quanto este. Valha-me S. Carl Jung!!! Que Freud explica, eu já sei. Mas explicar-lhes a eles, a todos os homens da minha vida, que cada um deles tem uma caixinha especial dentro do meu coração?! Eles pressentem o Casanova. Será que fogem porque o meu Casanova tem mais testosterona que eles? Oh Tio Freud, explique lá mais uma vez, como se eu tivesse três anos e estivesse agora a entrar na fase edípica!
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